1.2 MILHÕES DE EMPREGOS

Internet cria 1.2 milhões de empregos diretos em apenas um ano nos EUA

Menos tempo com a família, pornografia, vírus, golpes… a internet pode até ser muito criticada, mas a rede também tem seus pontos positivos: de um ano para cá, gerou 1.2 milhões de empregos, todos diretos. Ou seja, apesar de contribuir para o avanço da globalização, ela dá as bases para que esse mundo se sustente.

Os dados, de acordo com o site BusinessWire, são oriundos de um estudo realizado pelo Hamilton Consultants para o Internet Advertising Bureau (IAB), e declara também que os empregos gerados pela internet representam 2.1% ou US$300 milhões do PIB norte americano.

O estudo foi concebido para fornecer uma análise imparcial e abrangente de toda a economia da internet e responder a perguntas sobre a sua dimensão, o que a compreende e os benefícios econômicos e sociais que os cidadãos americanos retiram disso. Os resultados serão utilizados pelo Buerau para auto-regulação em questões como a privacidade.

De acordo com o site Computerworld 10% das compras agora são feitas em lojas virtuais e segundo John Deighton, um dos autores do estudo e professor de administração de negócios de Harvard, a receita publicitária na internet cresceu em mais de US$20 bilhões nesse mesmo período.

“Este é o primeiro estudo rigoroso e de olhar abrangente sobre o tamanho do alcance e impacto do ecossistema da publicidade interativa”, declara Randall Rothenberg, presidente e CEO da IAB, que representa uma série de empresas de mídia e internet.

Os empregos contabilizados incluem tanto pessoas que trabalham diretamente para manter a infraestrutura da internet como aquelas que tem algo a ver com anúncios ou comércio eletrônico, noticiou o site The Inquirer. Se a esse número forem somados também os empregos indiretos, mais 1.9 milhões, o total sobe para mais de 3 milhões.

LISTA UNIVERSAL!

Lançada na web lista telefônica universal, que cobre o mundo todo

Foi inagurado hoje o Picaphone (picaphone.com), um site que pretende se tornar “um catálogo telefônico internacional aberto a todos”. Ou seja, uma gigantesca lista telefônica online, integrada a um sistema que permitirá também a comunicação (via mensagens de áudio, vídeo e imagens) gratuita entre seus membros.

A idéia parece grandiosa, mas primeiro é preciso colocar as informações “no sistema”. Em vez de fechar parcerias com operadoras de telefonia para pré-popular o catálogo, o Picaphone conta com o poder das massas: a idéia é que o usuário se cadastre no site, adicione sua lista de contatos e convide-os para participar. Estes, por sua vez, adicionarão e convidarão outros contatos, gerando uma “bola de neve” de conteúdo que, esperam os criadores, justifique o uso do serviço.

O cadastro é gratuito, e para incentivar a adoção os criadores do site apelam para um velho esquema: o dinheiro. Através do Programa Embaixador, cada 200 amigos que um assinante trouxer para o site valem US$ 50, cada 500 amigos valem US$ 200, e cada 1000 amigos valem US$ 500. Os internautas podem esperar uma enxurrada de convites em suas caixas postais em breve.

O site é fruto do investidor israelense Ori Shaked, que está por trás de outros “sucessos” da internet como o site de Poker 888.com e a a “plataforma de compartilhamento de conhecimento” Shvoong.com. Segundo seus criadores, o Picaphone (um nome que, em português, pode gerar um sem-número de brincadeiras ) está disponível em 12 idiomas (inglês, chinês, italiano, francês, alemão, espanhol, árabe, português, russo, coreano, hebraico e japonês), cobrindo “91% da população mundial”.

GOOGLE WAVE

Google Wave: uma nova visão sobre a comunicação online

Os irmãos Lars e Jens Rasmussen não são novatos na criação de ferramentas inovadoras. A dupla fundou a Where 2 Tech, que em 2004 foi comprada pela Google e desenvolveu a tecnologia Google Maps, amplamente utilizada pelos internautas. Mas seu projeto mais ambicioso só foi anunciado ontem e se chama Google Wave.

Apresentado durante a conferência para desenvolvedores Google I/O, o Wave parte da premissa de que as comunicações online não precisam ser cópias de meios utilizados há séculos. Para entendê-lo, é possível compará-lo com uma mistura de diversos serviços utilizados cotidianamente pelos internautas.

A ferramenta mistura email, compartilhamento de documentos e redes sociais, ao mesmo tempo em que se beneficia da velocidade de serviços de mensagem instantânea, provendo uma comunicação em tempo real.

A interface apresentada usa uma interface em três colunas, que à primeira vista lembra a estrutura do Outlook. Na coluna da esquerda, assim como no Gmail, estão as “caixas”, acesso à pesquisa e lista de contatos. Na central, são listadas todas as comunicações, também como no Gmail, só que ao lado de pequenas imagens referentes a cada um dos envolvidos nas conversas. A diferença é que a mensagem, que é carregada na coluna da direita, pode ser manipulada com liberdade por cada um dos envolvidos, que podem adicionar arquivos, quebrar e comentar e acompanhar, em tempo real, cada interação.

Um novo participante pode ser incluído a qualquer hora na “conversa”, uma vez que a inclusão de novos membros seja autorizada pelo criador do tópico, e tem acesso a um histórico da evolução da comunicação, uma
forma de se inteirar em como a conversa se desenvolveu.

A idéia é, no futuro, integrar o serviço a outras ferramentas da empresa, como o Blogger e a rede social Orkut, ou ainda redes de terceiros, como é o caso do Twitter e Facebook.

O Wave ainda não está concluído, mas é prometido para os próximos meses, todavia a Google espera contar com a comunidade de desenvolvimento independente. Isso porque Wave não é só um novo serviço, mas é também um protocolo, aberto a desenvolvedores que queiram se beneficiar de sua arquitetura em novos serviços e softwares, bem como agregar novas funções a ela. A estratégia é parecida com o novo modelo adotado pelo Yahoo!, chamado de Y!OS ou Yahoo! Open Strategy.

Interessados em conhecer o serviço quando ele estiver pronto podem se cadastrar no site wave.google.com. Desenvolvedores que desejarem explorar suas APIs, podem acessar o novo blog dedicado do Wave dedicado à programadores, em googlewavedev.blogspot.com. Um vídeo que demonstra o sistema foi apresentado na conferência Google I/O e pode ser assistido pelo endereço tinyurl.com/59tup8

BUSCADOR

Nova ferramenta de busca da Microsoft lançada hoje

Muito atrás dos outros sites de busca como o Google e o Yahoo!, a Microsoft decidiu há um tempo substituir sua ferramenta Live Search. Lançada hoje, traz o nome de Bing, de acordo com a notícia divulgada pelo site CNET.

Conhecida anteriormente pelo codinome Kumo, a ferramenta deve abranger todos os países, uma vez que a Microsoft adquiriu todos os domínios possíveis para ela. O nome dado vem de uma espécie de cereja, a “Bing cherry”, que é encontrada apenas no estado de Washington, EUA, local aonde se encontra a empresa de Bill Gates.

A ferramenta foi lançada por Steve Ballmer na conferência All Things Digital, promovida pelo The Wall Street Journal, hoje. Apresentada como uma evolução das ferramentas de busca, seus resultados são listados em categorias refinadas, diferente da “salada” mostrada pelo Google, noticiou o site TG Daily.

Ao digitar o nome de um produto, além dos resultados normais, o Bing mostrará em uma barra lateral, categorias como “resenhas”, “manuais”, “valores” e “assistências”. Se o objetivo da busca é um cantor, o Bing oferecerá categorias como “letras”, “imagens”, “álbuns” e outros. Embora menos “matemático”, o Bing lembra o conceito de “busca semântica” do Wolfram Alfa, lançado semana passada.

E, para assegurar o sucesso do novo produto, a Microsoft está gastando entre US$80 e US$100 milhões em anúncios na TV, rádio, jornais, outdoors e, claro, na internet. O site APC nota que o valor gasto com essa campanha é muito maior do que o valor que a empresa gastou com toda sua campanha em produtos em 2008, US$25 milhões.

O novo serviço, bing.com, será liberado aos poucos para diferentes países nos próximos dias e estará totalmente disponível a partir de 3 de junho.

WI-FI OU COMIDA?

Pesquisa mostra que, em vôos, Wi-Fi é mais importante que comida

Uma pesquisa mostrou que os passageiros de linhas aéreas trocariam sem titubear o tradicional lanchinho por uma conexão Wi-Fi, mesmo em vôos longos. A pesquisa foi realizada pela American Airlines e pela HP.

Segundo o site TG Daily, foram 1.500 entrevistados que viajam mais de 20 vezes por ano a negócios. Desses, 47% concordam que Wi-Fi é o serviço de que mais precisam em vôos, deixando os 30% que preferem comida para trás, anunciou o site HotHardware. Acesso a eletricidade foi a preferência de 24% dos entrevistados, uma vez que a maior queixa, vinda de 67,7% dos usuários, é a falta de tomadas.

“Sabemos que nossos clientes que lidam com negócios precisam da tecnologia para serem o mais produtivos o possível quando estão a caminho de algum lugar”, disse Manuel de Oyarzabal, Diretor de Pesquisa ao Consumidor da American Airlines. Oyarzabal se preocupa porque a pesquisa mostrou que 90% de seus clientes de negócios utilizam seus notebooks e telefones a bordo. “Viajantes a negócio esperam conectividade e a vêem como uma necessidade, não um luxo”, informou Carol Hess-Nickels, Diretora de Marketing da unidade de Negócios Globais de Notebooks da HP.

A pesquisa era o que faltava para que a American Airlines levasse a cabo seus planos de trazer a internet sem fio aos seus aviões. A empresa, que já oferece tomadas na primeira classe e na executiva, além de algumas na classe econômica, pretende instalar o serviço Gogo Inflight de internet em até 300 aeronaves domésticas até 2013, noticiou o press release.

A pesquisa não contemplou passageiros de vôos internacionais.

SETOR DE BRINDES

IMPORTANTE VITÓRIA PARA O SETOR DE BRINDES: REVOGAÇÃO DA PROIBIÇÃO DO BRINDE NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

É com grande satisfação que a ORTOGRAF COMUNICAÇÃO GRÁFICA E SITES vem comunicar ao mercado produtor e consumidor de brindes e produtos promocionais sobre a REVOGAÇÃO DA PROIBIÇÃO DO BRINDE NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, regulamentada pela RDC 96/08, da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Apesar da revogação , no sentido de orientar a ética do brinde e do produto promocional, foram feitas algumas restrições para a utilização dos mesmos no segmento farmacêutico:

- Só poderão ser distribuídos, brindes institucionais, ou seja, com a marca do laboratório, os quais são considerados éticos e recomendados.

Esta nova regulamentação, RDC 23/09, Instrução Normativa 05/09, passaram a nortear a aquisição de produtos promocionais pelas empresas farmacêuticas e foram disponibilizadas no DOU do dia 21 de maio de 2009, secção 1.

Agradecemos o apoio incondicional das empresas e entidades abaixo:

Deputado Federal Sergio Nechar (PV)

Luxury Importação e Comércio (Sr. André Altschul)

FIESP
INTERFARMA (Sr.Dr. Gabriel Taunnus)
ABIMO (Márcio Bósio)
BIC Graphic Ltda.
Bríndice Editora e Propaganda Ltda.
Forma Editora (Free Shop)
Lacerda & Kuntz Advogados (Dra. Ma.Elenir)
Mallumar Produtos Promocionais

Após esta importante vitória, lembramos que somente com a devida representatividade do setor de brindes.
Atenciosamente

CONFICKER

Conficker continua fazendo 50 mil vítimas por dia, diz Symantec

O Conficker, malware visto como a pior praga dos últimos tempos e que já estava começando a ser esquecido, voltou a fazer notícia depois da divulgação de estatísticas da Symantec, que informa que 50 mil novos PCs são infectados diariamente.

O site The Register afirma que o Conficker, também conhecido como Downadup, se dissemina entre computadores com o Windows a partir de uma vulnerabilidade corrigida pela Microsoft em abril, mas que ainda assola os PCs de usuários que se recusam a atualizar o sistema.

Mesmo os PCs atualizados podem sofrer com o conficker caso as senhas sejam precárias. Um PC sem senhas, que entre direto na área de trabalho – coisa extremamente comum – é ainda mais vulnerável, mesmo que esteja devidamente atualizado. Por fim, a infecção pode se dar também através de mídias USB contaminadas.

Nos últimos meses, o Conficker infectou milhões de máquinas – em algumas estimativas o número passa de 15 milhões – o que o transformou em ameaça de uma das maiores botnets, rede de computadores “zumbis” controlados remotamente para fins ilícitos, o que felizmente não se concretizou até agora – mas pode vir a acontecer no futuro.

A ação máxima do worm foi, desde o dia 9 de abril, baixar novas variações de código via uma funcionalidade de atualização. O trojan Waledac, uma das variantes baixadas nestas máquinas, era uma aplicação botnet utilizada para spam, mas teve impacto relativamente baixo frente ao tamanho estimado da suposta botnet.

O mapa divulgado pela Symantec, acessível pelo atalho tinyurl.com/q8fmhx, coloca Brasil, Estados Unidos e Índia no ranking dos três mais contaminados pela praga. Só no Brasil, a empresa estima mais de 340 mil máquinas comprometidas, mas essa estimativa é extremamente conservadora e os números podem ser bem maiores.

NOVIDADES NO GMAIL!

Gmail ganhará recurso de integração com outros serviços de webmail

Ferramenta permitirá importar contatos e mensagens de outras contas de serviços como Yahoo!, Hotmail e AOL.

A Google anunciou uma nova função que está sendo empregada ao seu serviço de webmail
Gmail: opção de importação de mensagens e contatos de serviços concorrentes.

Segundo o site TechRadar, novas contas do serviço agora são capazes de trazer dados de contas de email no Hotmail, AOL e Yahoo. A opção estará, em breve, disponível a todos os usuários cadastrados.

Adicionalmente, o recurso permite resgatar as mensagens que forem enviadas nos próximos 30 dias, a fim de facilitar a transição para o serviço. A funcionalidade será integrada aos poucos às contas antigas e poderá ser vista a partir da guia Settings (Configurações), em que a guia Account (Conta) se tornará Account and Import (Conta e Importação), explicou o blog oficial do Gmail.

O serviço já oferece a possibilidade de se integrar a contas POP, sendo capaz, mediante verificação e autorização, de baixar as mensagens e enviar com o endereço a partir da interface da conta do Gmail.

HISTÓRIA DA EMBALAGEM

História da Embalagem e Design de Embalagem

O design de embalagens, é uma vertente do design de produto e do design gráfico. No maioria das vezes o designer de produto é responsável pela forma da própria embalagem, considerando problemas de ergonomia e estética tri-dimensional. Enquanto o designer gráfico trata do rótulo da embalagem, onde o produto é apresentado graficamente. A embalagem comercial não é apenas um meio de armazenamento e transporte de um produto, mas é um objeto que possibilita aos consumidores uma relação afetiva individual com o produto. A embalagem é a identidade da empresa a qual ela representa e em muitos casos é o único meio de comunicação do produto. O bom design de embalagem pode garantir uma boa comunicação com o consumidor, informando sobre o produto e expondo seu caráter. De acordo com a pesquisa setorial ABRE/FGV, para muitos consumidores a embalagem é o objeto que identifica simbolicamente o produto. Uma pesquisa do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE mostrou que o consumidor não dissocia a embalagem do seu conteúdo, considerando os dois como constituintes de uma mesma entidade indivisível. Sendo assim a embalagem é ao mesmo tempo expressão e atributo do conteúdo. Exemplos disto são o frasco de perfume, o extintor de incêndio, a caixa de lenços de papel, a caixa de fósforos, dentre outros, como a garrafa da Coca-Cola e o frasco do perfume Chanel nº 5, que têm suas formas patenteadas.

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LETRA PARA EMBALAGENS

Proposta prevê tamanho mínimo de letra para embalagens de alimento

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4289/08, do deputado Dr. Talmir (PV-SP), que disciplina
a forma de apresentação de informações em rótulos de produtos alimentícios. Segundo a proposta,
as informações deverão ser escritas em fonte do modelo “arial”, no tamanho mínimo 16.
Já os dizeres referentes a eventuais riscos que o produto possa causar à saúde deverão ser destacados
em negrito. O projeto não estabelece os tipos de embalagem que deverão seguir essas regras.

A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que já assegura a apresentação
de informações sobre produtos ou serviços “corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa”.

Dr. Talmir argumenta, no entanto, que essa regra deve ser reforçada, pois fabricantes ignoram a lei.
“É comum que os produtos alimentícios tragam em suas embalagens os dizeres em tamanho muito
pequeno e de difícil visualização pelo consumidor”, afirma. Tramitação O projeto tramita em caráter
conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça
e de Cidadania (CCJ).

Fonte: Diógenis Santos

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